O uso das redes sociais está globalizado. Todos temos orkut, facebook, twitter, linkedin e por aí vai.
Estamos no meio virtual nos comunicando, trocando ideias e ideais, expondo nossas opiniões e convicções.
Considero esses espaços fundamentais em tempos de vida corrida, de relógios apertados, de solidões forçadas pelas grandes cidades.
Nas redes sociais podemos encontrar e reencontrar, aprender, conhecer, sorrir, se divertir, se emocionar, discutir, polemizar...
Mas as redes sociais não foram feitas para o anonimato, para a privacidade, muito pelo contrário,foram feitas para a exposição.
E aí começa o desafio: o que expor? Até onde ir? No espaço virtual às vezes pensamos estar na sala de nossas casas, e nos expomos com o senso de privacidade que pertence às paredes do lar.
Mas isso é uma ilusão! No espaço virtual estamos na janela, ou, mais ainda, no meio da praça. É um big brother do qual escolhemos participar. Mas como participantes de um jogo é preciso ter malícia, é preciso saber o que eu quero transferir da minha sala de estar para o meio da praça.
Porque a praça é pública, e o que eu exponho lá ficará marcado, agregado à minha imagem.
Que imagem cada um de nós deseja tornar pública?
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